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Aids, um mal evitável!

Aids, um mal evitável!

Muito se fala sobre a tão temível doença chamada AIDS. Essa doença é um mal evitável!  

A AIDS, ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida é uma doença provocada pelo vírus HIV que ataca o sistema imunológico e deixa o corpo suscetível a diversos tipos de infecções.

Por não ter cura e ser sexualmente transmissível, a doença é cercada de mitos que sobreviveram aos quase 40 anos desde que o primeiro caso de Aids chegou aos noticiários. Tratada na época como um “câncer gay”, por ter acometido principalmente homens homossexuais, hoje sabe-se que a doença não faz distinção de qualquer natureza, seja sexual, de raça, gênero ou classe social.

O vírus HIV pode ser transmito de diversas maneiras e para cada uma delas é preciso cuidados específicos para que não haja a transmissão.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que desde o início da epidemia, em 1981, até os dias atuais, cerca de 35 milhões de pessoas morreram de Aids. Este é quase o número atual de indivíduos que vivem com HIV — as estimativas da OMS dão conta de 36,7 milhões de soropositivos no mundo inteiro.

A meta das Nações Unidas é para que até 2020:

* 90% de todas as pessoas que têm HIV diagnosticadas e cientes disso;

* 90% de todas as pessoas que têm HIV diagnosticadas, cientes disso e recebendo tratamento antirretroviral ininterrupto;

* 90% de todas as pessoas que têm HIV diagnosticadas, cientes disso, recebendo tratamento antirretroviral ininterrupto e com carga viral indetectável.

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Como prevenir:

Prevenção na relação sexual

A camisinha ou preservativo continua sendo o método mais eficaz para prevenir muitas doenças sexualmente transmissíveis, como a Aids, a sífilis, a gonorreia e alguns tipos de hepatites em qualquer tipo de relação sexual (anal, oral ou vaginal), seja homem com mulher, homem com homem ou mulher com mulher.

Prevenção no uso de drogas injetáveis

O uso de drogas injetáveis e o compartilhamento de seringas é uma das principais formas de transmissão do vírus HIV. Durante o contato do sangue soropositivo, a seringa é contaminada e a reutilização da seringa por terceiros é também uma forma de contagio do vírus, já que pequenas quantidades de sangue ficam na agulha ou seringa após o uso. Se outra pessoa usar essa agulha ou seringa, esse sangue será injetado na corrente sangüínea da pessoa. 

Prevenção na utilização de materiais perfuro-cortantes

Devido a possibilidade de se transmitir o vírus HIV durante o compartilhamento de objetos perfuro-cortantes, que entrem em contato direto com o sangue, é indicado o uso de objetos descartáveis. Se os instrumentos não forem descartáveis, como lâmina de depilação, navalhas e alicates de unha, é recomendável que se faça uma esterilização simples (fervendo, passando álcool ou água sanitária).

Por isso, os usuários de drogas injetáveis também precisam tomar alguns cuidados: Ter matérias de uso próprio (seringa, agulha, etc) e não compartilhá-los com outros usuários; Não reutilizar as agulhas e seringas; Descartar os instrumentos em local seguro, dentro de uma caixa ou embalagem.

Prevenção da transmissão da grávida no parto ou pós parto na amamentação

É importante que toda mulher grávida faça o teste que identifica a presença do vírus HIV. Se o exame for positivo, a gestante vai receber um tratamento adequado para evitar a transmissão para o filho na hora do parto.

A gestante soropositiva recebe ao longo da gravidez e no momento do parto medicamentos indicados pelo médico. Até as seis primeiras semanas de vida, o recém nascido também deverá fazer uso das drogas.

Prevenção em transfusão de sangue

O contagio de diversas doenças, principalmente do vírus HIV, através da transfusão de sangue e da doação de órgãos tem contribuído para que as instituições de coleta selecionem criteriosamente seus doadores e adotem regras rígidas para testar, transportar, estocar e transfundir o material. Estes procedimentos estão garantindo cada vez mais um número menor de casos de transmissão de doenças através da transfusão de sangue e da doação de órgãos.

Atualmente, apenas pessoas saudáveis e que não façam parte dos grupos de risco para adquirir doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue, como Hepatites B e C, HIV, Sífilis e Chagas, podem fazer a doação de sangue.