Temos a tendência de querer culpar os outros pelos nossos erros. Normalmente é difícil mesmo ter que admitir que erramos, mas quando compreendemos a importância de assumir os próprios erros

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Elis Salles
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Que culpa tenho eu?


Temos a tendência de querer culpar os outros pelos nossos erros. Normalmente é difícil mesmo ter que admitir que erramos, mas quando compreendemos a importância de assumir os próprios erros, nos sentimos mais inteiros, mais dignos de pertencermos a esta sociedade, ao universo. Assumir que errou é se tornar cada vez mais inteiro; é bancar a culpa e lidar com ela; é entender que ninguém é perfeito e que somos sim passíveis de erro; somos humanos.

 

Tem a história do rapaz que vem dirigindo pela estrada e de repente o carro pára em local proibido. Dali a pouco aparece um policial e pergunta o que houve. O rapaz diz: ‘eu não tenho culpa, acabou a gasolina’. Ou seja, ele tem sim culpa, pois teria que verificar o tanque antes de pegar a estrada. E com essa frase ‘não tenho culpa’, vamos levando.

 

Existem situações em que convivemos com pessoas dissimuladas, falsas e diante disto fica muito difícil, para quem está de fora, perceber o que é de um e o que é do outro. E quem perde em ser dissimulada é a própria pessoa que está passando por este mundo sem entender a importância da humildade e do amor.

 

Beatriz Aratangy Berger – CRP 06/49646

Psicóloga Clínica – Ação & Terapia

            Cel. 11 7256-6630



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