Muitas mulheres ao chegar ao período em que as alterações hormonais da fase madura da vida começam a aparecer, acreditam estar na menopausa. Vamos desvendar esse mistério? Será que é isso mesmo?

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Climatério a fase que antecede uma das maiores transformações na vida da mulher


Muitas mulheres ao chegar ao período em que as alterações hormonais da fase madura da vida começam a aparecer, acreditam estar na menopausa. Vamos desvendar esse mistério? Será que é isso mesmo? 

Existem dois momentos bem marcantes na vida sexual da mulher. Ambos envolvem a menstrução, sendo que a menarca é a primeira e a menopausa é a última. A menarca vem quando o corpo da mulher está pronto, fisicamente falando, para dar início a fase reprodutiva. A menopausa acontece ao mesmo tempo que se dá o fim desse período. 

Existe data certa para acontecer? 

Na sociedade atual, com o alto nível de stress, má alimentação, poluição e sedentarismo tem se tornado comum mulheres com menos de 50 anos entrarem no climatério, que é o período que antecede a última menstruação, e menopausarem com 40, 38 e até 35 anos. Outras engravidam nesse mesmo período. Como saber se entrei no climatério, de verdade? 

Características do Climatério 

O climatério é o conjunto de sintomas que surgem antes e depois da menopausa, causados, principalmente, pelas variações hormonais típicas dessa fase, e que podem ocasionar uma série de alterações no ciclo menstrual. Pode surgir até 10 anos antes da última menstruação. Por isso, a menopausa só é “diagnosticada” após a mulher passar pelo menos 12 meses sem menstruar. Ou seja, 1 ano depois você descobre que passou pela menopausa. 

Quais são as principais alterações na vida da mulher durante o climatério e após a menopausa? 

Com o fim da menstruação, há uma diminuição na produção dos hormônios sexuais femininos, o que pode resultar em uma série de mudanças no corpo da mulher, sentidas a curto, médio e longo prazos.

Um dos primeiros sintomas é a dificuldade para dormir uma noite inteira e ter o sono reparador. A insônia pode surgir até 7 anos antes da menopausa e costuma se agravar no último ano da pré-menopausa. Acordar no meio da noite é comum e pegar no sono novamente torna=se cada vez mais difícil. Mulheres com quadros anteriores de ansiedade ou depressão costumam ser aquelas com maior dificuldade para dormir. 

O cansaço vem na esteira dessa falta de sono profundo. A absorção de nutrientes também pode diminuir. O cansaço se aprofunda, os lapsos de memória, a falta de concentração da qual vamos falar abaixo, estão todos interligados. 

Outro inconveniente são os fogachos. As ondas de calor resultantes de sintomas vasomotores estão presentes em 60% a 75% das mulheres. Surgem inesperadamente trazendo calor sufocante no tórax, pescoço e face, muitas vezes acompanhadas de rubor no rosto (a temperatura da pele chega a subir cinco graus), sudorese (que pode ser profusa), palpitações e ansiedade. As crises geralmente duram de um a cinco minutos e podem repetir-se diversas vezes por dia. 

É comum haver alteração no humor – com possíveis episódios de irritação e depressão, tontura, dor de cabeça e baixa libido. A médio prazo, além da diminuição do desejo sexual, pode ocorrer também o afinamento e o ressecamento da mucosa que reveste a vagina, causando, em muitos casos, dor durante o sexo. Com a musculatura pélvica enfraquecida podem surgir incontinência urinária, ardência à micção, facilidade para adquirir infecções urinárias e corrimentos ginecológicos. 

A memória parece falhar com mais frequência. Surgem casa vez mais frequentes os lapsos de memória. O estrogênio também parece ter importante papel no funcionamento normal do cérebro feminino.  

No longo prazo, 1% a 4% da massa óssea é reduzida a cada ano que passa. A perda é mais sentida nas vértebras e nas extremidades dos ossos. Mulheres com história familiar de osteoporose são mais suscetíveis. Para se previnir, o ideal é adotar dietas ricas em cálcio, com vitamina D na medida, evitando ingestão exagerada de cafeína, de álcool, abandonando o tabagismo, buscando uma vida menos sedentária e usando medicamentos apenas se houver real necessidade e com acompanhamento médico. 

Após a menopausa, a proteção que os hormônios femininos exerce, como o estrogênio que protege o coração e os vasos sanguíneos das mulheres, deixa de existir gradualmente. Com a produção deste hormônio em queda, essa proteção natural diminui até que por volta dos 70 anos, homens e mulheres se igualam no risco de doenças cardiovasculares. 

Mas esses sintomas desagradáveis afetam a todas as mulheres indistintamente? 

Não! Muitas mulheres não apresentam todos esses sintomas ou sentem de forma mais branda. Por essa razão, é importante ressaltar que cada mulher deve ser avaliada individualmente. Não há um tratamento único para as possíveis consequências do climatério, pois as reações à baixa hormonal variam. A atenção individual é necessária não apenas para determinar o tratamento melhor e mais seguro, mas ainda para verificar sua aceitação e sua necessidade.

 

 



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