Rotas Turísticas de Jundiaí - SP

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Jundiaí está dividida em 6 rotas turísticas, conheça cada uma delas:

  1. Rota Turística do Castanho
  2. Rota Turística do Centro Histórico
  3. Rota Turística Cultura Italiana
  4. Rota Turística Terra Nova
  5. Rota Turística da Uva
  6. Rota Turística Do Vinho

Rota Turística do Castanho, localizada ao sul de Jundiaí, com acesso pela Rodovia Tancredo de Almeida Neves, também conhecida como Estrada Velha de São Paulo. A Rota reúne produtor orgânico, vinícola tradicional, que comercializa vinhos, cachaças e diversos produtos regionais, restaurante típico e espaço de lazer, com visita a produção e processamento de café.
A Vinícola funciona diariamente. Demais atrativos demandam agendamento.

A Rota Turística do Centro Histórico de Jundiaí, reune o conjunto histórico, concentrado no eixo central da cidade, é capaz, por si só, de contar muito da história da querida Jundiaí.

São espaços com enorme riqueza arquitetônica e cultural que oferecem ao visitante a possibilidade de desfrutar de momentos agradáveis e de aprendizagem! Prédios históricos, museus, centros de cultura são algumas das opções disponíveis!

Rota Turística Cultura Italiana, Jundiaí é uma cidade tradicionalmente italiana. Em alguns momentos, mais de 50% da população era descendente direta de imigrantes.

Alguns bairros, no entanto, são bem mais italianos que outros e mantém muitas tradições de outrora. Esse é o caso do bairro do Traviú, onde está a Rota da Cultura Italiana.

Localizado às margens da Rod. Anhanguera, o Traviú trata-se de um dos bairros mais tradicionais de Jundiaí.

No final do século XIX, mais precisamente em 1893, um grupo de imigrantes originários do norte da Itália, contando com recursos próprios, chegou ao Brasil. Seu destino inicial foi a Fazenda Sete Quedas, em Campinas, em que trabalharam na lavoura de café. Pouco depois, este mesmo grupo comprou as terras que hoje compõem o bairro do Traviú. No início, tentaram também produzir o café, mas foi com a uva, cujas parreiras até hoje podem ser lá encontradas, que o bairro encontrou sua verdadeira vocação. Apesar do tempo, o Traviú mantém muitas de suas tradições.

Quanto à palavra “traviú”, credita-se a ela uma origem indígena: “atraviu”, “atarui” e “traviu”, em língua tupi guarani, significam “companheiro de viagem”.
Atualmente, o bairro soma mais de 50 pequenas propriedades produtivas, destacando-se na produção de uvas, caqui, pêssego, ameixa, pitaia, legumes e verduras.

Historicamente, a região tem enorme importância para a da cidade de Jundiaí, já que a história do bairro se confunde com a história da cidade que se tornou reconhecida nacionalmente como Terra da Uva.

A história da uva em Jundiaí é bastante antiga. Em 1669, quando a cidade era apenas um povoado, o cartório do 1º Ofício já registrava a venda de vinho de uva produzida em nossas terras.

Mas foi somente no final do século XIX que a produção se ampliou, com a chegada da variedade da Uva Isabel trazida pelos imigrantes italianos.

Entretanto, a cidade ganharia destaque na produção a partir de um importante ocorrido no ano de 1933, quando, a partir de uma mutação genética somática espontânea, em meio a produção da Niagara Branca, de origem americana, surgiu a variedade rosada, na região do Traviú.

1o-lugarEssa mutação espontânea chamou a atenção dos produtores e também do consumidor: a niagara rosada passou a ser conhecida nacionalmente e Jundiaí, por ser o berço desta variedade, passou a ser conhecida como a Terra da Uva.

A importância do ocorrido foi tão significativa que no ano seguinte aconteceu, em Jundiaí, a primeira Festa da Uva, que recebeu mais de 100 mil participantes, em um período que a população da cidade não ultrapassava os 40 mil habitantes.

A mutação aconteceu em um sítio da família Carbonari, cujo proprietário Antonio Carbonari recebeu o título de comendador. O Comendador Antonio Carbonari dá nome, atualmente, ao Parque da Uva de Jundiaí. Hoje, a Uva Niágara Rosada é uma das variedades de uva de mesa mais cultivadas no país, sendo nossa região5o-lugar a principal produtora nacional e Jundiaí, conhecida como “TERRA DA UVA”.

“Jundiaí ganha, graças aos compradores da Fazenda Travihu, italianos imigrantes no final do século XIX, o apelido de “Terra da Uva” devido a um prêmio obtido em 1922, na “Exposição Internacional do Rio de Janeiro”, e também ao prêmio obtido na “Exposição VitiVinícola do Estado em Jundiahy”, em 1934, com a Uva Niagara, da produção local.”

(Fonte: André Munhoz de Argollo Ferrão e Luci Mehry Martins Braga – 2008).

Mas as belezas do Traviú não estão restritas a produção de uvas. As mesmas famílias que ali chegaram no final do século XIX permanecem no bairro até hoje e mantém muito das tradições ‘que trouxeram consigo da Itália.

Da produção artesanal de massas, à produção de uva, passando pelos esportes tradicionais e pelo Clube do bairro, tudo ali remonta a Cultura Italiana.

Por estas características tão peculiares, a Rota da Cultura Italiana está ali e espera os visitantes para mostrar o que tem de melhor: uma linda comunidade ítalo-brasileira, sua gastronomia, seu saber-fazer, seu dia-a-dia, sua língua e toda a tradição de mais de 100 anos de história.

Rota Turística Terra Nova em Jundiaí 

COMO TUDO COMEÇOU

Embora o bairro da Terra Nova seja um dos bairros mais ao sul do município, ou seja, mais próximo a capital paulista, foi um dos que se formou mais tardiamente, ainda no período de grande produção cafeeira de Jundiaí.

O bairro da Terra Nova nasceu depois do Bairro da Santa Clara, localizado nos pés da Serra do Japi. A Santa Clara foi marcada, durante muito tempo, pelas fazendas produtoras de café.

Com a expansão da produção, novas terras eram necessárias para se ampliar a área de cultivo. Decidiram então ampliar a produção com a criação de novas lavouras numa região que passaram a chamar de TERRAS NOVAS, porque ainda não haviam sido cultivadas. Assim surgiram as novas lavouras de café e junto com elas os primeiros moradores nessa região, carinhosamente apelidada de Terra Nova.

Com o passar do tempo, chegaram as uvas, pêssegos, hortaliças e outras variedades. A região, inclusive, foi bastante conhecida pela produção de morango até meados da década de 80.

Hoje, o bairro da Terra Nova já não possui mais tantas variedades de cultivo, mas a natureza continua exuberante. O bairro está às margens da Área de Proteção da Serra do Japi, o que garante sua preservação e a presença de paisagens pitorescas e muito verde.

Na região podem ser realizados passeios em trilhas, tanto a pé, como a cavalo, além dos passeios de bicicleta realizados por muitos esportistas, aproveitando o relevo levemente ondulado que marca a Terra Nova.

As delícias gastronômicas complementam a visita. Geleias, doces, conservas, frios, café da manhã rural, almoço típico de fazenda são algumas das opções existentes.

Viveiro de orquídeas, haras, sítios e fazendas, são outras opções de passeios que vão agradar o paladar, os olhos e a alma do turista.

A Igreja Bom Jesus da Pedra Fria é também um atrativo à parte. Com mais de 50 anos, a Igreja, que faz parte da Paróquia Santa Rosa de Lima, tem uma curiosidade: além de ser muito simpática, possui uma imagem do Bom Jesus sentado. Também conhecida como “Bom Jesus da Paciência”, a imagem retrata uma das passagens da Paixão de Cristo, coroado com espinhos e coberto com o manto vermelho, como tantas vezes retratado nas cenas da Paixão. Alguns dizem que este foi o momento em que Jesus foi julgado, por isso está sentado. A Igreja compõe uma das paradas da Rota dos Romeiros que vão à Pirapora do Bom Jesus e historicamente passam por essa região.

A Rota da Terra Nova é uma experiência para os olhos, para o paladar e para os sentidos. Venham viver novas experiências e momentos de muitas alegrias na ROTA DA TERRA NOVA!

Rota Turística da Uva em Jundiaí é formada pelos bairros do Jundiaí Mirim, Caxambu, Colônia, Toca, Roseira, Ivoturucaia e adjacências, a Rota da Uva possui uma história marcada pela imigração italiana e pelo charme das videiras – esta região concentra grande parte da produção de uvas e de vinhos de nossa cidade, com as delicias tradicionais produzidas pelos descendentes de italiano que ali se instalaram.

As famílias tradicionais italianas trouxeram consigo não somente a vontade de desbravar um novo país, mas também de plantar aqui suas raízes e reconstruir suas tradições.

Com isso, a cultura da uva foi quase uma consequência  e, com ela, a produção do vinho. Para a gastronomia tradicional a compor as atrações da região foi só mais um passo.

A Rota da Uva hoje é uma rota de cores, paisagens e sabores indescritíveis! A uva em natura, o vinho, os doces, as geleias, o pão caseiro, os bolos, as massas tipicamente italianas são apenas algumas opções que a Rota da Uva tem para oferecer para você!

Rota Turística do Vinho em Jundiaí, a cidade atualmente, possui mais de 20 adegas produtoras de vinho. São diferentes tipos de vinho muitos deles produzidos tradicionalmente há mais de 120 anos ininterruptamente.

A produção de vinho em Jundiaí, no entanto, é muito mais antiga. Em 1669, o 1o. Cartório já registrava a venda de vinhos produzidos a partir de uvas das terras jundiaienses. Os imigrantes italianos, que aqui se instalaram no final do século XIX, trouxeram em sua bagagem a força da produção que, inicialmente, acontecia para o próprio consumo das famílias e foi sendo ampliada e reconhecida em toda a região.

Atualmente, as adegas recebem visitantes de todo o país e do exterior para provarem os vinhos produzidos em terras jundiaienses.

A projeção internacional também se deu por terem sido vinhos de Jundiaí servidos aos Papas Bento XVI e ao Papa Francisco em suas visitas ao Brasil.

Tintos, brancos, roses, secos, suaves, finos, frisantes. São mais de 40 variedades e cada adega tem se especializado  em oferecer produtos diferenciados!

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Elis Salles - Jundiaí - Itupeva
A palavra que me representa bem é empreendedora, atuamente estou administrando o Espaço Comercial Villa Medeiros com Salas Comerciais e Coworking e investindo no Refúgios no Interior de SP. Algumas atividades agregam minha trajetória profissional como empresária no mercado imobiliário durante 15 anos (2005-2020), Corretora de Imóveis (Creci f-68203), Avaliadora de Imóveis (Cnai 22634), escritora, practitioner em pnl, web designer e especialista em Marketing.

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