O Jardim Botânico de Jundiaí está entre os Jardins Mais Bonitos do Brasil e do Mundo

O Jardim Botânico de Jundiaí está entre os Jardins Mais Bonitos do Brasil e do Mundo
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A conceituada revista brasileira Casa & Jardim classificou o Jardim Botânico de Jundiaí entre os 13 mais bonitos do mundo. O patrimônio jundiaiense, inaugurado em 2004 pelo então prefeito Miguel Haddad, é comparado ao Chateau Villandry, no Vale do Loire, na França, e à Villa d’Este, em Tivoli, na Itália.

Para Haddad, a posição do Jardim Botânico no ranking dos mais bonitos jardins do mundo é o reconhecimento da transformação da área e da paisagem da cidade. “Quem conheceu o espaço antes da criação do Jardim Botânico se recorda de uma área vazia, sem vida, que ficava no entorno da Prefeitura de Jundiaí. Foi pensando na ampliação das áreas verdes e parques da nossa cidade que construímos e entregamos o Jardim Botânico no ano de 2004. Posteriormente fizemos sua ligação com o Parque da Cidade, proporcionando assim uma das trilhas mais bonitas de Jundiaí para a caminhada e o ciclismo”, relembra.

O Jardim Botânico é administrado pela Prefeitura de Jundiaí. Ele conta com 150 mil metros quadrados e surgiu como uma proposta de recuperação para uma área com longo histórico de degradação. Os visitantes do espaço encontram jardins temáticos, viveiro, pista para caminhada e ciclovia e um orquidário, atualmente em reforma. Durante a pandemia o horário de funcionamento é das 8h00 às 16h00. O endereço é avenida Antonio Frederico Ozanan, 6400. 

Endereço: Portarias

Av. Navarro de Andrade, 120
Av. Antonio Frederico Ozanan, 6400
como chegar de ônibus

Telefones

(11) 4523-1012
(11) 4582-2468

História do Jardim Botânico de Jundiaí

Jardim Botânico de Jundiaí Valmor de Souza (JBJ) – SP foi inaugurado em 29 de dezembro de 2004, com uma área de 150.000 m², surgiu como uma proposta de recuperação de uma área pública com longo histórico de degradação. Esta área se encontrava abandonada com infestação de gramíneas exóticas, lixos e entulhos. Historicamente esta área sofreu processos antrópicos que aceleraram sua degradação ao longo das décadas. Entre estes processos destacaram-se as atividades de extrativismo mineral, deposição de resíduos e sucessivos incêndios que modificaram a vegetação natural e causaram danos na vegetação que resistiu.

A proposta inicial de recuperação da área visava apenas à implantação de um grande jardim para enriquecer e reabilitar o espaço, disponibilizando uma nova área verde de lazer para o município de Jundiaí, mas após discussão técnica com a apresentação da proposta de um Jardim Botânico, esta foi aceita pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos que iniciou sua a construção imediatamente.

Inicialmente o projeto do Jardim Botânico teve como alvo o paisagismo e a criação de coleções temáticas. Toda a área do atual Jardim Botânico foi revitalizada. Foram criadas estruturas para atendimento ao público, para exposição e reprodução de plantas, trilhas para caminhadas, cascatas, lagos artificiais, jardins temáticos e foi iniciada a implantação de coleções botânicas. Os Jardins temáticos foram criados em homenagem as diferentes e principais etnias, que por meio de seus imigrantes, contribuíram para formação e desenvolvimento do município. Atualmente o Jardim Botânico conta com um Jardim Japonês, um Jardim Italiano e o Espaço África implantados.
Além das estruturas citadas foi inaugurada no ano de 2011 uma pista para Caminhada e uma Ciclovia com oito quilômetros de extensão que corta o jardim e interliga o Jardim Botânico ao Parque da Cidade, uma outra área verde de aproximadamente 500.000 metros quadrados que circunda toda a represa de captação e armazenamento de água para o município, ambas proporcionam ao município uma experiência de exercício ao ar livre em área segura e livre de poluição e transito.

No ano de 2012, a fim de atender a resolução n° 339/2003 do Conselho Nacional do Meio Ambiente que estabelece diretrizes sobre o enquadramento dos Jardins Botânicos no Brasil, a administração do Jardim Botânico de Jundiaí iniciou uma série de atividades previstas nesta resolução. Definiu-se a composição de uma equipe técnica para iniciar atividades de pesquisa, conservação e educação ambiental e iniciou-se o desenvolvimento de atividades de coleta de sementes, produção de mudas, curadoria de coleções botânicas científicas e pesquisas em botânica e ecologia. No mesmo ano foi publicado o decreto municipal do regimento interno do Jardim Botânico de Jundiaí, um pré-requisito para que o jardim pudesse solicitar o registro e enquadramento junto ao Ministério do Meio Ambiente.

Em fevereiro de 2013 foi encaminhada ao Sistema Nacional de Registro de Jardins Botânicos a solicitação de registro e enquadramento na Categoria C da Resolução CONAMA 339/2003, um ano após o Jardim recebeu o certificado de enquadramento provisório nesta categoria, com a ressalva de no prazo de um ano reencaminhar o processo com a alteração dos quesitos que não foram contemplados. No ano de 2015 iniciou-se o processo novamente com a compilação de dados e informações para atender todos os quesitos necessários para o registro e enquadramento na Categoria “B”. E no dia nove de julho de 2015 o Jardim Botânico de Jundiaí recebeu o parecer favorável da Comissão Nacional de Jardins Botânicos com o registro e enquadramento na Categoria “B”.

No ano de 2016 foi iniciada a confecção da Política de Coleções de Plantas Vivas do Jardim Botânico de Jundiaí, este documento tem o objetivo agir como ferramenta prática para auxiliar na gestão e no manejo de coleções, onde são apresentadas as principais diretrizes para tomadas de decisões, assim como metas e propósitos ao gerenciar coleções de plantas vivas. Sua finalidade é atuar como instrumento na promoção da conservação genética de populações da flora através da manutenção de um banco de germoplasma e da reprodução ex-situ de espécies nativas dos domínios Mata Atlântica e Cerrado brasileiros, incluindo suas formações e ecossistemas associados.

Confira os 13 Jardins mais bonitos do Brasil e do Mundo de acordo com a Revista Casa & Jardim

Principalmente na Europa, jardins exuberantes se tornaram pontos turísticos muito requisitados. Do paisagismo tradicional francês à biodiversidade brasileira e à ostentação em Dubai, os parques atraem centenas de milhares de turistas em busca dessas belezas naturais.

1. Parque do Ibirapuera - São Paulo, SP
Um dos parques mais importantes do mundo também abriga alguns dos jardins mais bonitos do Brasil. Oficialmente, o paisagismo do parque é assinado por Otávio Augusto Teixeira Mendes, depois da resistência encontrada pelo projeto de Roberto Burle Marx, a quem os jardins foram originalmente encomendados. Em 1990, o maior paisagista do Brasil foi convidado novamente para revitalizar o paisagismo do local e teve seu projeto parcialmente executado. Além da vasta biodiversidade, o Ibirapuera também conta com três praças que possuem extensos gramados e áreas de sombra sob a copa de árvores.

2. Jardins Bahai - Haifa, Israel
Os Jardins Bahai são uma das atrações turísticas mais famosas de Israel. Todos os anos, centenas de milhares de turistas e habitantes locais viajam para lá. O lugar também é o berço da religião Bahai, que prega a unidade e a harmonia entre os povos.

Os jardins, considerados Patrimônio Mundial da UNESCO, possuem nove círculos concêntricos, cada um preenchido com flores, pequenas árvores, esculturas, fontes e piscinas. Nas laterais, há áreas arborizadas projetadas para abrigar a vida selvagem e reduzir o ruído urbano. Os 200.000 m² de terreno foram projetados pelo arquiteto iraniano Fariborz Sahba. O financiamento vem de doações feitas por Bahais de todo o mundo.

3. Chatsworth House - Derbyshire, Inglaterra
A propriedade é a casa do Duque e da Duquesa de Devonshire e seu jardim possui 105 acres de área. O paisagismo é fruto de quase 500 anos de cultivo. Embora alguns pontos de interesse tenham sido substituídos, o jardim mantém muitas características originais, incluindo a lagoa, a cascata e a estufa do primeiro duque.

4. Château Villandry - Vale do Loire, França
O Château de Villandry foi construído no início dos anos 1500, um dos últimos castelos do Vale do Loire do período renascentista. Em 1906, os jardins destruídos no século 19 foram recriados de acordo com o estilo do castelo, como uma extensão dos salões interiores. São seis áreas que ocupam nove hectares.

5. Garden of Cosmic Speculation - Dumfries, Escócia
O Jardim da Especulação Cósmica é um local de esculturas de 30 acres (12 hectares), criado pelo arquiteto paisagista e teórico Charles Jencks em sua casa, Portrack House, em Dumfriesshire, na Escócia. O paisagismo é inspirado na cosmologia moderna e não possui uma variedade de plantas muito grande. O espaço apresenta fórmulas matemáticas e fenômenos científicos em harmonia com a natureza.

6. Villa d’Este - Tivoli, Itália
A Villa d'Este em Tivoli, com o seu palácio e jardim, é um dos locais mais característicos da cultura renascentista.O seu design inovador, juntamente com os componentes arquitetônicos do paisagismo, como as fontes, tornam este um exemplo único de um jardim italiano do século 16, que foi inspiração para muitos projetos na Europa.

7. Jardim Botânico de Jundiaí - Jundiaí, SP
Inaugurado em 2004, o parque de 150.000 m² surgiu como uma proposta de recuperação para uma área com longo histórico de degradação. O parque possui vários jardins temáticos: o japonês com uma cascata, o africano com plantas típicas da região, e o italiano, com vários canteiros e estátuas. Há também um espaço dedicado às plantas aromáticas e medicinais, estufa de cactáceas e suculentas, viveiros de mudas, orquidário, cachoeiras, trilhas e ciclovias, que ligam o Jardim Botânico ao Parque da Cidade.

8. Jardim da Huntington Library - Los Angeles, Califórnia
Localizada a cerca de 20 km do centro de Los Angeles, a Huntington Library é uma instituição que reúne biblioteca, coleção de arte e amplos jardins. Em cerca de 120 acres, estão espalhados cerca de 16 jardins temáticos.

9. Palácio de Caserta - arredores de Nápoles, Itália
Um dos últimos grandes jardins europeus preservados, o Caserta foi inspirado em criações icônicas, como Versalhes e as vilas do século 16 em Roma e na Toscana. Mas, ao contrário desses locais, esta obra-prima italiana combinava jardins bem cuidados e bosques naturais, com alojamentos de caça e uma fábrica de seda. O jardim inglês, situado dentro do complexo, é um dos maiores, mais antigos e importantes da Europa.

10. Jardim Botânico de Porto Alegre - Porto Alegre, RS
Considerado um dos cinco maiores jardins botânicos do Brasil por conta da diversidade de sua coleção e sua boa organização, o parque possui um expressivo acervo da flora regional. O espaço possui 39 hectares e recebe cerca de 60 mil pessoas por ano.

11. Al Ain Paradise - Dubai, Emirados Árabes Unidos
Dentro do parque Al Ain Paradise fica o jardim mais florido do mundo. O projeto de paisagismo é do escritório Akar Landscaping e oferece uma grande variedade de cores e de espécies.

12. Miracle Garden - Dubai, Emirados Árabes Unidos
É o maior jardim natural do planeta com mais de 150 milhões de plantas, transformadas em gigantes esculturas surpreendentes. Inaugurado em 2013, o local possui mais de 72 mil m² e é aberto somente no outono-inverno, entre novembro e fevereiro, pois o calor do deserto dos Emirados Árabes Unidos não permite a sobrevivência das espécies por muito tempo. A cada ano, algumas figuras são alteradas para criar novos cenários.

13. Mirabell Garden - Salzburgo, Áustria
O Palácio Mirabell e seus jardins foram construídos em 1606 pelo príncipe-arcebispo Wolf Dietrich para sua amada Salomé Alt. O local ficou famoso por abrigar cenas do filme A Noviça Rebelde. Os Jardins Mirabell foram completamente redesenhados pelo arcebispo Johann Ernst von Thun em 1690. A forma geométrica, que é típica do período barroco, ainda é claramente reconhecível.

Fonte: https://revistacasaejardim.globo.com/ - Fotos - https://jardimbotanico.jundiai.sp.gov.br/

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Elis Salles - Jundiaí - Itupeva
A palavra que me representa bem é empreendedora, atuamente estou administrando o Espaço Comercial Villa Medeiros com Salas Comerciais e Coworking e investindo no Refúgios no Interior de SP. Algumas atividades agregam minha trajetória profissional como empresária no mercado imobiliário durante 15 anos (2005-2020), Corretora de Imóveis (Creci f-68203), Avaliadora de Imóveis (Cnai 22634), escritora, practitioner em pnl, web designer e especialista em Marketing.

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